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Bate forte o tambor
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* por Vitor Morais

Vamos começar pelo fim. Não é charme nem nada parecido, é apenas porque minha agenda não permitiu que eu acompanhasse o Intercom desde o começo.

O encerramento do evento aconteceu dia 7 de setembro, na Universidade Federal do Amazonas (Ufam) em Manaus. Todos aguardavam ansiosos pelo anúncio dos premiados, porém, como todo bom evento, esse era o auge da programação de encerramento. Muita água (e calor) ainda iria rolar. Quando a coordenadora do Expocom (Exposição de Pesquisa Experimental em Comunicação) teve a oportunidade de falar, soltou uma verdade que me fez refletir muito: nossa geração é totalmente competitiva e, ao mesmo tempo, totalmente afetiva. (Algo assim, pessoal! Garanto que a ideia era essa).

Para quem não sabe, o tema deste ano era “Comunicação em tempo de redes sociais: afetos, emoções, subjetividades”, tudo a ver com a consideração da coordenadora. O Intercom é um encontro de diferentes regiões, culturas, sotaques. É bonito de ver, de ouvir, de aprender. No cenário amazônico, nem preciso dizer mais nada. Ainda no encerramento, pudemos conferir o show da galera do Garantido. É incrível a maneira com que as pessoas se empolgam com os batuques, todo mundo dançando, no clima. Muito divertido! E ver o pessoal que ajudou na organização cantando a música tema, balançando bandeiras, fazendo coreografia foi bem emocionante. É curioso esse encontro de culturas.

As apresentações dos trabalhos, como sempre, estavam bem disputadas. Ainda mais por ser a etapa nacional. Um trabalho de cada região por categoria.

Eu e a Isadora, minha dupla de TCC, fomos apresentar nosso projeto – O Fabuloso Destino da Redação nas Novas Mídias – na categoria “edição de livro”. A etapa Sudeste já estava garantida, mas o desafio era ainda maior. Encaramos grandes universidades e projetos com diferentes focos. Desde Educomunicação até uma releitura de “Alice no País das Maravilhas”. Alguns com projeto gráfico forte, outros com conteúdo muito bom. Logo que acabaram as apresentações de todas as regiões, sabíamos que a disputa estava apertada. No final, o projeto premiado foi um e-book com conteúdo colaborativo. Resumindo, diversos alunos enviavam sugestões de matérias, vídeos e artigos sobre referências cinematográficas por meio de comentários em um post no blog da agência de comunicação da Universidade. Uma aluna da agência reuniu os conteúdos, fez textos de introdução e organizou o e-book. Acredito que a força do projeto estava no formato eletrônico e no conteúdo colaborativo. Aliás, acho que tem tudo a ver com o tema deste ano. Voltamos felizes. Apesar de só ter o troféu de Sudeste, a experiência foi muito rica. Estar entre os 5 finalistas, na etapa nacional, é muito gratificante. Além de tudo, tem os passeios que são imperdíveis. As comidas típicas, o encontro do Rio Negro com o Solimões e muito, muito cupuaçu. Uma experiência que levarei pra sempre. Quem tiver a oportunidade, prepare-se para o Intercom do ano que vem. Vale muito a pena!

O Intercom é o Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, reúne professores e alunos para debater os rumos da mídia brasileira, fortalecer vínculos com pesquisadores de outros países e avaliar o ensino dos cursos universitários. Uma troca de conhecimentos e tanto!

* Vitor é coordenador de redação publicitária e junto com Isadora Fialho foram finalistas do Intercom Nacional

foto: Vitor Morais

Autor: Armindo Ferreira Editor do Comunicavale redacao@comunicavale.com.br

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