E agora José?

Nos últimos posts falamos um pouco sobre os reflexos do meu post anunciando a mudança no Comunicavale. Tivemos vários ecos, chamamos os jovens para a discussão (e eles vieram que bom), falamos da complexa trama dos problemas da comunicação regional e por último perguntamos perplexos onde estavam os veículos nesta discussão.

E depois de tanta discussão e agora José?

E agora, José?
A festa acabou,
A luz apagou,
O povo sumiu,
A noite esfriou,
E agora, José?
E agora, você?
Você que é sem nome,
Que zomba dos outros,
Você que faz versos,
Que ama, protesta?
E agora, José?

O texto acima é de Carlos Drummond de Andrade, escrito no período da ditadura de Vargas pode ser entendido como uma mensagem de resiliência. Afinal de contas José é duro na queda.

Se você gritasse,
Se você gemesse,
Se você tocasse
A valsa vienense,
Se você dormisse,
Se você cansasse,
Se você morresse…
Mas você não morre,
Você é duro, José!

E não poderíamos então levantar tanta discussão sem uma proposta ativa de caminhos para o que pode ser feito. Vamos em tópicos (alguns utópicos para não perder o trocadilho):

  • O mercado realmente faz a reunião marcada para o começo do ano.
  • Os documentos e ritos de passagem de gestão da APPVale acontecem – o que permite a posse de uma nova diretoria que é referendada por todos.
  • O mercado se reúne e co-cria uma campanha “Pela desmeiabocalização da comunicação regional” do setor. Uma agência digital faz um hotsite com um manifesto co-criado. Uma agência (ou várias já que a utopia é permitida) faz peças para serem compartilhadas com todos. As agências signatárias da iniciativa se comprometem em seguir boas práticas comuns.
  • Uma produtora de vídeo cria um VT de 25″ falando sobre a campanha e as emissoras locais (todas) exibem em sua programação um desdobramento da campanha falando sobre a importância de se investir em comunicação de qualidade.
  • É realizado um grande fórum de comunicação regional aos moldes do São José 2030 porém mais efetivo e prático. Sai um documento com medidas concretas de evolução no setor.
  • É criado um fórum de discussão permanente com a presença da academia, mercado, pesquisadores e empresários.
  • A  campanha “Pela desmeiabocalização da comunicação regional” ganha novas peças adesivos de carro, camisetas e memes para compartilhamento na internet.

Não custa sonhar diz aí José…

Você marcha José, José para onde?
Marcha José, José para onde?
José para onde?
Para onde?

E agora José?
José para onde?
E agora José?
Para onde?

Photo Credit: James Mitchell via Compfight cc

Mais felicitações

O Comunicavale registra e agradece as carinhosas mensagens de final de ano:

  • Ana Lúcia da Regional
  • Zé Renato da Regional
  • Inovattio Computadores
  • Jilson – SinaproSP
  • WSI Consultores
  • Pro-Ativa Comunicação
  • Royal Institution of Chartered Surveyors (RICS)
  • Oz Produtora
  • Luciene Gazeta – Matriz da Comunicação
  • Carlos Abdalla gerente de Marketing, Comunicação Corporativa Relações Institucionais da Robert Bosch América Latina via In Press Porter Novelli

Registros de Felicitações

O Blog Comunicavale registra e agradece as mensagens de Feliz Natal e Boas Festas de:

  • Fundação Abrinq
  • Lucia Paes de Barros Assessoria de Comunicação
  • Way Comunicações/Maurício de Souza
  • InformaMídia
  • PR NewsWire
  • Estilo Press
  • Clipping C+C
  • NewStyle

Agradecemos a todos e desejamos boas festas.

 

A quem interessa o caos no mercado da publicidade do Vale do Paraíba?

No último post falamos sobre a apaixonada Penélope e seu incessante ato de tecer e desmanchar um tecido dia após dia. É na mitologia grega que encontramos outro deus. Caos seria a primeira divindade a surgir e dar origem às demais. É uma das divindades gregas mais complexas de se entender.

Mas este “deus da desordem” aparece em outras mitologias. É o caso de Loki, deus nórdico que aparece em destaque no universo ficcional da Marvel “Avengers”.  Há também certa complexidade no entendimento desta figura e que de uma maneira geral pode representar o caos necessário para que possa existir evolução. E nesta lista não podemos esquecer de Seth, deus egípcio das tempestades, raios e ventos.

E antes que o leitor deixe este post achando que estamos falando somente sobre mitologia vamos à alguns números de mercado.

Relatório da Subcomissão Especial da Câmara dos Deputados sobre Mídia Alternativa aponta que a televisão concentra 64,8% do faturamento total dos meios de comunicação brasileiro, incluindo emissoras de rádio e de TV, jornais, revistas, mídia exterior, TV por assinatura, internet, guias e listas e cinema. Em 2012, o faturamento total desses meios foi de R$ 16,6 bilhões, sendo que a TV se apoderou de mais de R$ 10,8 bilhões.

Já o projeto Inter-Meios, tem registrado um aumento recorrente do mercado publicitário quando falamos em investimento em mídia. Em 18 de setembro de 2014 o veículo Meio e Mensagem divulgou dados destes crescimento em matéria de Igor Ribeiro com colaboração de Bárbara Sacchitiello:

“Depois de um 2013 tenso, em que o mercado cresceu 6,81% – próximo aos índices somados de PIB e inflação –, 2014 encerrou o primeiro semestre de forma muito mais otimista.

Segundo dados do Projeto Inter-Meios sobre os primeiros seis meses deste ano, o investimento bruto em publicidade acumulou R$ 17,29 bilhões de janeiro a junho, alta de 18,17% em comparação ao mesmo período de 2013 e o segundo maior crescimento entre semestres em uma década. Vedetes dos últimos anos, TV paga e mídia exterior mantiverem a escalada e fecharam o período com alta de 49% e 36% respectivamente.

O maior share continua, no entanto, com TV aberta, que cresceu 22% e se aproxima dos 70% do bolo, com R$ 11,91 bilhões de receita originada da venda de espaço comercial.”

O maior share continua, no entanto, com TV aberta, que cresceu 22% e se aproxima dos 70% do bolo, com R$ 11,91 bilhões de receita originada da venda de espaço comercial.

É um dinheiro que fica concentrado nas capitais, poderíamos pensar de cara e de fato é, mas não só. Dados do Ibope, apontam que o mercado de comunicação  do interior paulista – quando falamos em investimento publicitário – é maior que muitos estados, confira:

ibope

Não temos muitos dados sobre investimentos publicitários no Vale do Paraíba. Sabemos que numa recente pesquisa do Sinapro-SP a região ficou com uma das que tem menos agências no Estado. Por agência leia-se com CNAE e algumas obrigações mínimas necessárias.

Uma pesquisa no site do Cenp (O Conselho Executivo das Normas-Padrão) sobre a cidade de São José dos Campos nos aponta que a cidade tem 98 agências, destas 28 são certificadas pela entidade. A lista é extensa e pode cansar o leitor, mas é só ir neste link e pesquisar em poucos minutos estes mesmos dados. São públicos.

Dados da Firjan apontam que em 2013 havia 95 publicitários atuando em São José dos Campos e 83 redatores. Você pode fazer a pesquisa neste link.

firjan2

 

Há vários veículos de Comunicação na região, mas podemos dizer por observação que os maiores são a Rede Vanguarda, Grupo Band de Comunicação e Jornal O Vale. Também não há dados abertos sobre investimentos publicitários, mas também por pura observação(se o leitor tiver algum dado agradeço em compartilhar) poderia deduzir que é onde se concentram os maiores investimentos publicitários regionais.

E quais são os investimentos que estes grupos locais de mídia tem feito para o fortalecimento da comunicação regional? Vejo em Campinas (gosto dos exemplos para cima) que todos os veículos apoiam iniciativas do setor. Prêmios, encontros, simpósios. Por que não vemos isso aqui? Por que tanta omissão? Lembro que este blog Comunicavale está aberto para ouvir um pouco mais do que pensam estes veículos, mas não sei se vão se pronunciar.

Eu mesmo já os convidei para debates em eventos Comunicavale anteriores. Mas em muitas vezes ouvi que se um participa o outro não vai. Triste mas verdadeiro. Recentemente conseguimos ouvir alguns gestores de veículos no programa Comunicavale na rádio. Comemoramos como gol em Copa do Mundo dado a raridade deste tipo de contato.

Gostaria mesmo de ver Vanguarda, Band e O Vale juntos numa mesa para discutir o cenário da comunicação regional do Vale do Paraíba. Eu já tentei e não consegui. Talvez alguém que esteja me lendo consiga e eu peço: faça este favor a todos.

E fica a pergunta por que quem fatura mais com o mercado, aparentemente se preocupa menos com ele? A quem interessa um mercado desorganizado?  Não vi ninguém de veículos – nem dos menores – se manifestando nas últimas discussões. Por que?

E em meio à minha perplexidade só me resta a esperança de saber que todos os deuses do caos, independente de suas origens, pressupõem a criação ou a organização.

PS: A professora e profissional de marketing Silvia Ferreira fez um excelente post sobre as últimas discussões do mercado. Vale a leitura.

Imagem: Airplane vortex/NASA Langley Research Center (NASA-LaRC), Edited by Fir0002 / Wikimedia

O tear de Penélope e a publicidade regional do Vale do Paraíba

Na mitologia grega Penélope casou-se com Odisseu. Este por sua vez teve que sair em batalha e ficou sumido. O pai de Penélope quis que ela se casasse novamente, mas esta fiel ao marido disse que só se casaria novamente após terminar de tear um tecido. Ela então passava o dia no tear e a noite desmanchava tudo para começar novamente no dia seguinte.

Minha última postagem sobre o o mercado e a posição dos jovens publicitários neste cenário deu o que falar. Centenas de compartilhamentos e comentários depois uma história vai puxando um fio que vai puxando o outro e um tecido complexo digno de Penélope começa a surgir.

Uma destas pontas foi levantada pelo publicitário Claudio Knupp – já foi professor e profissional de São José dos Campos e hoje atua numa agência na capital paulista, Ele levantou a bola da responsabilidade dos clientes nesta discussão. E ele tem razão.

A fala dele me lembrou uma história que aconteceu comigo outro dia. Eu fui num estacionamento numa região central até de São José dos Campos e deixei meu carro por umas duas horas. A conta ficou pouco mais de R$ 5,00. Em SP já cheguei a pagar R$ 30,00 pelo mesmo período.

E o que tem a ver alhos com bugalhos Armindo? Já chegamos lá.

Quando se cobra mal e se faz uma péssima composição de preço não sobra dinheiro para o que precisa. Há aqui uma aulinha de marketing básica, que não exige um conhecimento avançado sobre o tema. Investimento publicitário não deve sair do caixa. Como assim? Eu explico.

Ao se fazer a composição do preço de um produto que deve ser vendido por digamos R$ 1,00 (já aqui incluídos custos diretos, indiretos e lucro) e eu quero investir 20% em comunicação, eu devo vendê-lo a R$ 1,25 (calculada numa continha de juros compostos). Destes então religiosamente eu separo R$ 0,25 para os investimentos em comunicação.

Há é claro a elasticidade do preço, ou seja, quanto o mercado consegue absorver um determinado preço, e aí chegamos exatamente onde eu quero chegar.

Cobra-se mal e consequentemente, paga-se mal as fornecedoras de comunicação que por sua vez desunidas acabam canibalizando o setor.

No exemplo do estacionamento se ele cobra R$ 10,00 sobra dinheiro para remunerar bem as agências e esta por sua vez aumenta o número de clientes que aumentam a verba publicitária e por aí vai.

Mas aí vamos ter empresas que não tem cultura de comunicação e vão precisar de orientação para entender sobre precificação, elasticidade de mercado e outras variáveis, vamos ter clientes que fazem leilão com suas contas num mercado onde quem cobra menos leva e vamos ter uma leva de clientes que não faz a menor ideia do que eu estou falando.

Há culpa do empresário que precisa se capacitar melhor? Há sim sem dúvida, mas ele está lá empresariando e gerando riqueza regional.

Mas há também culpa do mercado que se sujeita a ter seu capital criativo leiloado e uma responsabilidade enorme em não formar o mercado local para entender conceitos como precificação, elasticidade e ROI. Temos sim uma questão cultural grave aqui e que precisa ser atacada. E por quem adivinhem? Sim pelo mercado de comunicação: o maior interessado nesta mudança cultural.

Há também as agências que funcionam somente como balcão de compra de mídia e sim oferecem o que é melhor para seu faturamento para o final do mês e não o melhor para o cliente.

Tem esta realidade em outros mercado? Tem, mas não estou falando dos outros, estou falando deste e das mudanças que este precisa e que precisamos nos comparar pelo topo e não pela média ou pelo pior. Não há aqui, portanto, meias palavras. É preciso mudar.

E aí não percamos o fio da meada. O cliente cobra mal, a agência recebe mal e esta por sua vez remunera mal sua equipe (ou como dá) e a qualidade cai – outro dia ouvi um spot na rádio com um erro grave de concordância e aí não dá.

O cliente faz leilão com a sua conta, pagando cada vez menos. As agências topam diminuir seus fees para sobreviver e cada vez conseguem cobrar menos.

E há outros que precisam de orientação mas não sabem nem por onde começar.

É um tecido com uma trama tão complexa que precisamos urgentemente seguir o exemplo de Penélope e desmanchar tudo para quem sabe amanhã fazer um tecido melhor.

Faltou aqui falarmos sobre os veículos, modelos de negócios e a pulverização das agências, assuntos que tratarei nos próximos posts.

PS: Obrigado às dezenas de mensagens que recebi por whatsapp, inbox e e-mail. São vozes que preferem o anonimato nestas discussões mas agradecem que eu esteja tocando em pontos tão delicados. A cada um de vocês meu sincero obrigado.

foto: Estatua da Penelope no Vaticano – projeto Guttenberg/Wikimedia

Onde estão os jovens publicitários do Vale? Ou como se renova sem o novo?

Alguns eu já sei a resposta. Eles não estão no Vale. Alguns inclusive sendo premiados, como é o caso da Juliana Matheus, talento formado na Unitau e que desde sempre a gente sabia que ia arrebentar e foi assim.

Mas há também os que estão para se formar agora e os que se formaram recentemente e ou trabalham em agências locais(ou empreenderam), mas não vemos estes participando das recentes discussões ( aqui, aqui e aqui) sobre o mercado de comunicação no Vale do Paraíba(ou vemos bem poucos para não generalizar).

Chutaria que por ano as Faculdades da região soltam no mercado pouco mais de 100 profissionais. Nos últimos 3 anos 300? E onde vocês estão?

Duas teorias.

Teoria 1

Eles não se importam porque isso não é com eles. Mas deveria ser, mas não sou eu que vou dizer isso e sinceramente acho mesmo que eles não vão se envolver.

Teoria 2

Eles acham que não tem voz ou relevância nesta discussão. Mas para estes eu quero dizer que sim, vocês tem e deveriam ter voz. Na real a voz deveria ser de vocês já que o mercado será de vocês. Todos tem falado da necessidade de renovação. Mas como se renova sem o novo?

Há sim cabeças brilhantes circulando por aí que não vou citar para não correr o risco de magoar ninguém, mas convivo e acompanho boa parte destes e sei que tem muito a contribuir com tudo isso.

Há que reclame no congestionamento do trânsito, mas esquece que ele – o reclamante – é o trânsito.

E há quem reclame do mercado de comunicação local, mas adivinhe, o mercado de comunicação é você!

Ecos na caverna

É sempre uma boa lembrança de infância quando descobrimos o “eco”. É aquela surpresa estranha de você falar e logo depois ouvir a sua mesma voz, falando a mesma coisa.  Foi uma sensação parecida que tive hoje ao ver a repercussão do primeiro post do Blog Comunicavale, onde expliquei um pouco sobre a migração deste veículo de comunicação para algo mais pessoal.

E não foi a intenção, como disse em uma mensagem no Facebook: o Comunicavale não é causa, é consequência. Não existe portanto algum eco sem um barulho inicial.

O primeiro eco veio de um post do Josué Brazil, professor da Unitau, e formador de boa parte do mercado publicitário regional. Já disse em público que eu adoraria ter tido aula com ele. Em sue texto o Josué traça uma excelente contextualização de mercado com o último anúncio que fiz aqui no Comunicavale.

O publicitário Marushio fez um post no Facebook e marcou praticamente todos os dirigentes de agências regionais. Até o presente momento as conclusões da discussão apontam para uma reunião no começo do ano que vem.

E uma das características do Eco é ele se retroalimentar. Eco… Eco… Eco… até perder forças.

Resta saber até onde este eco irá…

PS: Estamos em época de final de ano, onde normalmente acontecem as festas de veículos. Um bom momento para todos se encontrarem pessoalmente e discutirem os problemas apresentados ou será que todo mundo nem vai tocar no assunto?

Porque mudamos!

Se você é um leitor antigo do Comunicavale vai perceber algo de cara. O site mudou. E não foi só o layout.

O que antes era conhecido como o Portal Comunicavale, passa a ser a partir de agora o blog Comunicavale.

Mudam o nome e a aparência. É só isso? Também não.

O Comunicavale surgiu depois do evento Comunicavale e ao final do ano de 2014 a Cruz e Ferreira – empresa que cuida de várias marcas, entre elas o Comunicavale – decidiu não realizar mais o evento.

Os principais interessados na comunicação regional não aparecem, o que demonstra que temos profissionais altamente capacitados e já prontos para os próximos desafios da comunicação e portanto não precisam mais de novas ideias. O mercado também não precisa se reunir, cada um por si conseguiu sozinho criar um mercado tão individual e preocupado com a sua própria agência que se tornou totalmente desnecessária uma associação de profissionais. Os profissionais por sua vez tem tido seus direitos plenamente atendidos com salários acima da média nacional.

Com este cenário também não faz sentido um portal para cobrir a comunicação regional. As agências por si só conseguiram ótimos canais de comunicação própria. Tanto é que recebemos cada vez menos releases das agencias – divulgar o trabalho para que? Justiça seja feita à Molotov que sempre manteve um canal aberto com este veículo. Algumas mandavam vagas de emprego, outras quando precisavam de uma visibilidade e outras só quando precisavam mesmo.

Diferente de outros mercados onde as empresas de comunicação realmente investem em veículos do setor o portal Comunicavale contou com poucos investimentos publicitários dos empresários regionais. Apoiar a informação do mercado regional para que, se afinal já temos um mercado sólido e próspero?

Revista Lettering, CCVP e portal Comunicavale vão para o cemitério juntos com a certeza de terem cumprido suas missões.

Em breve a Cruz e Ferreira vai lançar o portal ComunicaSP, este sim jornalístico e focado em notícias estaduais do setor – e terá como sempre teve – material bem-vindo das agências regionais. Pode se considerar uma evolução do Comunicavale ou uma ida para novos caminhos.

Mas e o Comunicavale então? Mudou! Mas mudou o que? Virou blog.

E a primeira mudança é esta que você acabou de perceber, saem as notícias simples e entram os meus textos autorais e altamente opinativos (e ácidos quando necessário) e eventualmente também notícias do setor, mas que poderei buscar sem a necessidade do rigor de apuração que um site noticioso exige.

O layout do site é o básico oferecido de forma gratuita e padrão, num mercado que valoriza tanto o design e a criação publicitária achamos que fazer um site despido de tudo isso será “in” quase hipster, afinal na nossa nova fase queremos ser tudo menos mainstream.

E por que mudamos? Porque mudamos!
Simples assim.

Olá eu sou Armindo Ferreira – autor do novo blog Comunicavale.

#naradio Entrevista com Tássia Nicolau de Carvalho do Centervale Shopping

Armindo Ferreira e Gustavo Gobbato no programa que fala tudo de comunicação.

#naradio Entrevista com Robson Mikio Furuzawa do Vale Sul Shopping

Armindo Ferreira e Gustavo Gobbato no programa que fala tudo de comunicação.